sábado, 10 de dezembro de 2011

Eis minha carta à realidade



Eis minha carta à realidade:

Não quero Deus ou deus nenhum para encontrar qualquer tipo de consolo ou felicidade, quero encontrar no singelo ato de viver o melhor de min, o bem que eu mesmo posso promover não quero deixar a cargo de nenhum Deus, o mal que eu venha a fazer quero eu mesmo poder ressarcir. Sem o Deus bondoso sou eu o responsável por promover o bem estar do próximo, sem o Deus vingativo sou eu o responsável por combater o mal e diminuir o fardo do meu vizinho. E se a morte chegar quero ser a sombra sobre a qual todos aqueles que vierem depois de mim possam encontrar o melhor de si também. Quero ser um explorador, não um conquistador, poder encontrar em cada indivíduo um pouco de esperança, pois cada um de nós é um pequeno universo. Quero ter no olhar humano o conforto e a humanidade que preciso para encontrar a minha própria poesia da existência.

Qual é a sua poesia?

Poesia da realidadecompleta

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