terça-feira, 19 de julho de 2011

O nascimento de um novo tempo – Acreditam Pois apenas Querem acreditar Em algo, Que algo?

Acreditam
Pois apenas
Querem acreditar
Em algo,
Que algo?

Não nego, também gostaria de acreditar, se não fosse por aquele sentimento hipócrita de omissão, que preenche o coração dos adeptos os tornando inflexíveis e negligentes com o seu direito de serem racionais em suas próprias premissas. Primeira premissa “_Deus pode tudo”, primeira negação, ele pode tudo mas não necessariamente precisa interferir na decisão dos homens, ou seja o adepto aceita a ideia de poder absoluto mas nega o fato de que ele tenha de intervir com sua vontade para melhorar o mundo, porém através das orações e das suplicas do adepto esse deus miraculoso irá interferir com um universo de poder para fazer a vontade do seu adepto. Segunda premissa “_Deus sabe tudo”, o que é e como é, como foi e como será, segunda omissão, mesmo que deus saiba tudo, mesmo assim se interessando pela salvação de suas criaturas ele ofereceu uma oportunidade de salvação por aceitação ou uma condenação eterna por negação, independente de saber quem negará ou aceitará como já tendo negado ou aceito de antemão, exigindo um sofrimento e uma negação de tudo o que é natural e físico, guiando o adepto a um sofrimento incondicional e cego em sua falsa filosofia, em uma visão de onisciência, ela somente é valida se antes de tudo tudo já for conhecido, mesmo da constituição do universo o adepto e os não-adeptos teriam de sofrer para serem condenados ou salvos esse é a premissa onisciente que é omitida pelos adeptos pois os mesmos querem aceitar a sua existência como sendo guiada por alguém e que os mesmos são beneficiados segundo suas escolhas, ainda assim os fantoches de deus tem uma escolha, não sentem que estão dançando uma musica divina que é resultado de sua premissa omitida, achando que vivem em um ideal de livre arbítrio se agarram a suas premissas .
Ah, sim, como gostaria de continuar acreditando inocentemente em fada dos dentes, em papai noel, coelhinho da pascoa, saci pererê, e uma infinitude folclórico Um dia eu também acreditei naquela história absurda, porém ao observar os assim chamados caminhos do senhor, somente pude ver que os mesmos mistérios ao qual tanto tentei compreender, somente se revelavam em outros mistérios, um processo continuo de necessidade de mistério para responder e entender outro mistério. Assim como pude um dia aceitar essas propostas sem ao mínimo cogitar as loucuras que preenchiam minha mente adepta insensata e deveras insana sustentada sobre uma falha humana de procurar as respostas e negar aquelas que divergiam a minha vontade de credulidade, para as duvidas mais fundamentais eu buscava respostas que pudessem confortar meu sentimento doentio e empobrecido no conhecimento religioso. Os caminhos do senhor é um mistério que somente pode ser explicado com outro mistério, e mesmo assim quando o senhor tão esperado por todos se revela, o mesmo continua a se revelar por mistérios e nada mais, não serei hipócrita, vou ter que assumir que toda vez em que busquei respostas para o sentido de ser adepto, de novo somente encontrava somente mistério como resposta, não quero passar o resto da minha vida, que é única, não vou viver de novo, e mesmo que o sentimento de continuação esvaneça minha mente ainda assim não encontrarei nenhum sinal de continuação, somente ao negar a realidade da vida como um processo único sem nenhuma possibilidade de repetição é que se pode chegar a viver em um ideal de fé, porque? É tudo isso que somente podemos encontrar mistérios e mistérios, nenhum fiel encontrará nenhuma resposta concreta para qualquer pergunta que o mesmo venha a fazer, pois o mesmo que se encontra em mistérios irá se revelar me mistérios. Isso é cansativo pois nem todos permanecem como crianças a vida toda e como adultos precisarão responder todas as suas questões de formas adultas e nada mais.
Por muito me perguntei,”_Aonde esteve aquele deus poderoso que operava milagre enquanto caiam lagrimas das mães judias ao ver seus filhos morrerem abaixo das marretadas nazistas?”, ”_Aonde estava esse deus cuja a bondade suprema é maior que qualquer afetação materna, quando massas gemiam e gritavam em uma dor sufocante perante a quase interminável purificação dos corpos queimando vivos nas fogueiras cristãs”. Para qualquer questão que explora-se a omissão divina somente acabava por encontrar respostas do tipo, “_Esse é o plano de deus”, esse plano é o que me assustou, mas por muito tempo permaneci naquela hipócrita omissão do que realmente aconteceu antes de mim, pude ver em todo meu tempo de fiel até o dia em que neguei aquela ideia de plano e de vontade de um deus em primeiro lugar, pude ver igrejas sendo revestida com caveiras humanas, aceitando aquelas carcaças humanas como sendo uma tipo de uma mancha de tinta em uma folha de papel, um ser que veio para cumprir algo ainda mais misterioso.
Um dia pude ter a possibilidade de acordar e ver que nenhum ser humano precisa de algo tão repulsivo, e que em nome de algo com procedência imaginária a humanidade pode cometer tantos crimes seguidos de uma auto omissão em primeiro plano, crimes como negar os que em nome de crendices acabaram por mutilados, ou assassinados com suas mulheres e crianças estupradas assassinadas e ou mutiladas, crendices tão medíocres e irracionais que não deveriam nem ser chamado de medíocres visto que medíocre sugere algo médio ou algo em um meio termo entre comparações, não dizemos que pessoas foram meio incendiadas para expurgar demônios, vilarejos tiveram seus habitantes pagãos meio assassinados e suas esposas e filhos meio assassinados nem meio mutilados. Portanto em observação a mediocridade como meio termo entre comparação de termos, o sentido religioso está tão longe de ser medíocre quanto está próximo de ser repulsivo.
Literatura bíblica contem um conjunto de palavras de tamanha repulsividade que não deveria se aceito e muito menos existir em uma sociedade civilizada, palavras essas que somente podem ser aceitas por aqueles que querem sentir a si mesmo como especiais, diferentes de qualquer outro, como sendo os escolhidos, ou o povo de um deus, somente aqueles que querem um motivo para sentirem-se diferentes como estando sobre o topo do Monte Everest(imaginário), um monte de beneficiação eterna, cujo qual somente aqueles que são especiais como eles podem escalar e assentar-se, e todo o beneficio da existência aonde somente eles são merecedores pois são minoria, tendo aqueles que estão sobre esse topo, reger a ordem aqueles que estão na base. Não poder ser jugado por crimes contra a humanidade cometido no passado, é que torna qualquer figura de origem criativa de necessidade para um beneficio psicológico, um potencial risco a saúde da sociedade futura, prever quando será a substituição de uma doutrina sangrenta por outra que também será sangrenta se torna difícil, assim como falamos em nossas escolas sobre as bruxas e os hereges que foram para fogueira, evento que naquele tempo foram ignorados, porém agora por alguns visto como um ato medieval e monstruoso, não muda em nada o conformismo religioso moderno sobre eventos ruins que acontecem hoje, eventos com provas suficientes para botar uma quantidade enorme de lideres religiosos atrás das grades, e que sustentariam uma face monstruosa da exibição da fé, é comum eu acabar por escutar que não importa o que eu fale ou prove o meu interlocutor não irá deixar de acreditar no seu ser imaginário.
Não faz muito tempo que a Europa deportava judeus para serem queimados em campo de concentração, mesmo assim os europeus não prestavam atenção naqueles vagões cheio de gente que iam e voltavam vazios para recolher mais um pouco de gente, e muito menos existia uma reação daqueles que assim se diziam ser “o povo da aliança”, olhando diferente para aqueles que não aceitaram o seu salvador, o único desejo matinal nas orações promovidas pelo clero cristão era de que os assassinos do filho de um deus morressem, do bebê de colo ao homem idoso. Mesmo hoje pudemos ver lideres religiosos negando que o assassínio em massa de fato aconteceu, como se dissessem que apenas deportavam o que veio a acontecer foi um acaso. Eis o desprezo pela historia religiosa humana, ela está manchada de sangue, hoje entendo porque acreditam na vida após a morte, os credos religiosos pregam a vida após a morte pois aos que morreram nas colheitas da fé venham a servir de inspiração a grande massa que irá morrer na próxima colheita. Mesmo assim, mesmo que provemos com fotos vídeos e gravações, cartas e assinaturas, mesmo que exibamos as máculas dos idealizadores religiosos, mesmo assim os adeptos fecharão os olhos para o que acontecer pois seus lideres disseram que o que eles viram ou ouviram não os torna especiais portanto a palavra de seu deus continuará perfeita.
Uma mente que procura respostas fantasiosas para o próprio sentido de vida somente irá encontrar respostas fantasiosas para seu sentido de vida, “_Ou o corão ou a espada”. Em uma sociedade madura e igualitária qualquer um ousa-se deixar soar um único pensamento que pudesse vir a atrasar o progresso do sentido de humanismo igualitário, que deturpasse o valor da vida, ou idealizasse um povo escolhido, esse ser deveria ser automaticamente expurgado na primeira palavra que pude-se vir a sair dessa boca tendenciosa a maleficência de sua mente esquizofrênica, esse individuo deveria ser internado em um hospital para loucos, pois o que ele apresenta aos olhos de uma sociedade séria, atitudes e pensamentos de pessoas que sofrem de megalomania e esquizofrenia, visto que o indivíduo se julga portador da verdade absoluta e se intitula o escolhido e ouve vozes e tem visões. Será em que poderíamos atribuir a culpa de todas atrocidades humanas que ocorreram ao longo dessa curta passagem história do universo a um ser que se desenha de forma diferente em cada mente? Aquele ser imaginário que encontra como único sentido de existência a necessidade megalomaníaca de ser especial e superior a tudo para conforto do adepto? Superando até mesmo a realidade da morte, impregnando as paredes do cérebro com uma sentimental megalomania direcionada a um ser imaginário, essa entidade desenhada na cabeça do adepto que sobreviveu a sua extinção somente através de sangrento processo de superação tribal. Encontramos sentido para deus, então qual o sentido para a dor, o sofrimento, a mutilação que sustentam a permanência desse beneficio que é de ter um deus que supera tudo? O único ser em qual poderíamos atribuir a responsabilidade de de ter matado crianças em frente das próprias mães em cujo qual, o implorar para que ela fosse a primeira a ser morta para que ela não ouvisse sua criança aos gemidos de morte sobre uma forte marretada, o único criminoso é aquele que ainda mantem vivo um ser que se exprime em uma megalomania impositora, esse mesmo que se faz ao cego como sendo a luz, mas que o nega de ver o sangue deixado para traz, o culpado e aquele que se faz ao coxo como moleta mas que o nega ver os ossos que calçam seu caminho, o culpado é aquele que se se faz ao doente como cura mas que o ensurdece ao clamor dos doentes e dos moribundos.
Através da razão poderíamos encontrar um sentido para a existência própria que não nos guiasse por filosofias sectaristas auto sustentáveis em porcarias como epistemologia, teodiceia, ontologia, livre de um fascínio humano infantil criativo chamado Deus, livre de respostas criativas como universos invisiveis para seres invisíveis que são feitos de matérias invisíveis, senso de criatividade essa que tenta permanecer sobre o topo da razão de toda ciência, com seu deus, esse que se encontra hoje na sombra de qualquer conhecimento cientifico, porém responder perguntas sérias com especulações fantasiosas não é o melhor caminho para obtenção de uma resposta concreta.
_O deus tu que é tão superior não os pode ouvir? Eu nego a tua surdez, não serei o próximo que abaixo de marretadas irei clamar para morrer antes do meu filho. Amaldiçoado seja teu nome oh covarde tu fostes ao ti cobrir com o cobertor do ouro que varrestes da terra, ignorastes ao clamor dos homens que um dia a ti chamaram como o ultimo reduto, tuas ricas mancões se mantem levantadas, se fecharam para que vossos ouvidos não escutassem os gemidos de dor nos incêndios, as borbulhas dos afogamentos e nem os gritos daqueles purificados quando os ratos os cavavam as entranhas rasgando-lhes a carne e saindo atras em suas costelas. Não sou hipócrita, portanto se existires, saiba que não te preso pois mostrastes o mesmo apreço por todos aos que a ti correram, vejo os judeus que ontem recorreram a tua mão quando se viram fuzilados e humilhados aos gatilhos nazistas, não tapei meus olhos nem meus ouvidos ao passado ocorrido, porque não correstes para ajudá-lo, já sei estavas tu guardando tua miraculosa mão ao leitor crente do teu poder, pois saiba te nego, nego tudo em ti os dizeres de que sois bondoso, não sois bondoso sois malvado, pois não vi tua bondade em épocas de necessidades da humanidade, não sois eterno pois vi que quando os homens deixam de acreditar em ti entras numa luta deplorável procurando as mentes mais pobres e fracas, as únicas quais ainda podeis residir, quando esteves sobre a dominância da razão somente pude ver o favorecimento da tua vontade, em esculacho contra o ideal humano de igualdade queimaste mutilaste estuprastes e assassinastes todos aos quais cabia oprimir sobre a sua vontade, e se o leito for capaz de um dia acordar ele também ira dizer .
_Seu nome está sujo de sangue, vergonha cabe a mim ter tomado teu nome e ter acreditado em ti, sem medo nego teu espirito santo de discórdia.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O nascimento de um novo tempo – Preludio para necessidade de deus Parte 2 Preservando a semente da incerteza



Preludio para
necessidade de deus

Parte 2


Preservando a semente
da incerteza
Se Monstros não existem
porque então
deus existe?

Monstros existem? Não monstros não existem essa é a resposta que eu acredito ser dada por todo adulto a qualquer criança curiosa, em nossa posição adulta negamos a existência de qualquer coisa cuja a existência seja tão absurda quanto a própria tentativa de explicar esse algo como existente por sabermos da sua origem infundamentavelmente psicológica, poderíamos falar de monstros pois acredito que todas as crianças apresentam um certo medo das coisas que não podem ver. Quando uma criança nos pergunta se monstros existem nos respondemos que monstros não existem, mas geralmente os mesmos que educam as crianças sentem uma certo sentimento de satisfação quando essas lhes pergunta se deus existe. A criança carregará para o resto de sua vida a resposta que esse adulto lhe dará. Aos que as respondem quando lhe é questionado se deus existe, lembrem-se vocês estão colocando sobre as crianças a própria Fé e tudo o que ela carrega consigo incluindo as manchas de sangue nos seus hipotéticos juízos divinos e suas aversões a outros sentimentos religiosos. A construção da visão religiosa da criança irá depender da cultura em que os pais como educadores carregam por ter recebido sua resposta dos seus próprios pais, resposta ao qual agora irá passar ao filho. Com medir a felicidade de um pais judeus que está colocando seu filho no colo para falar sobre o seu deus? Como medir a felicidade de um pai Hindu que está colocando seu filho no colo para ensiná-lo sobre seus deuses? Como medir a felicidade de um pai muçulmano que está colocando seu filho no colo para ensiná-lo sobre seu deus? Quais dessas crianças irão crescer e irão ensinar as mesmas coisas aos seus filhos? Além de adotar os sentimentos religiosos dos pais os filhos também assumem as suas guerras religiosas sem poder contestar pois elas são crianças, apenas crianças, elas estão em um estágio de suas vidas que tudo é informação, principalmente quando esse conhecimento vem dos seus pais, e os mesmos estão totalmente certos de si, e se sentem na obrigação de passar seus valores religiosos e culturais para seus filhos, como sendo um tipo de bandeira que eles carregam, a mesma bandeira que os seus pais carregaram em toda sua vida até o seu ultimo suspiro. Quantas crianças judias se sentiriam aliviadas e dormiriam melhor se todos os muçulmanos de jerusalém morressem? Quantas crianças muçulmanas dormiriam melhor se todos os judeus que construíram aquela muralha na faixa de gaza morressem da noite para o dia? A alguns seculos atras muitas crianças cristianizadas se sentiriam felizes se visem uma bruxa pegando fogo em praça publica. Porque ensinar as crianças a não existência de monstros e iludi-la com um mundo de misticismo?
Vestir um homem invisível para fugir da responsabilidade de conhecer e entender da clara realidade das cosas e a forma com que elas se apresentam, é o mesmo que expressar uma simples questão de observação de fatos para conclusão da realidade de um universo em evidência, baseando-se e mascarando a realidade em um ideal de complexidade rumo a uma resposta que se torna inviável até mesmo ao próprio pesquisador, e negando a si próprio de uma resposta clara sobre qualquer fato em questão, colocando sobre uma entidade fictícia toda a resposta do seu universo de questionamento. Ver a mesma resposta para perguntas tão distintas torna não é diferente de quando eu era criança e brincava com as caixinhas de remédio acreditando ser essas caixinhas modeláveis, que podiam virar de carros a edifícios, como se torna uma resposta tão inútil se você ao se perguntar como algo acontece ou porquê de um algo qualquer se simplesmente essas respostas estiver sendo atribuída a um deus qualquer? Então podemos continuar brincando com as nossas caixinhas de remédio como sendo a resposta de um mundo real, assim como podemos aceitar que qualquer pergunta que fizermos seja automaticamente seja respondida com um porquê deus quer ou porquê deus quis, somente estaremos matando nossa razão que estará gritando “_Não é um carro seu estupido, é uma caixa”, assim como você pode continuar acreditando que deus faz a luz aparecer de manhã para você ouvir os passarinhos cantar, deus faz a noite aparecer no final do dia para você dormir ou até que deus é o motivo da terra estar girando em torno do sol, você mesmo pode até dizer que é mais fácil até irei concordar mas não se pode acreditar em algo que não possa ser visto, ouvido ou algo que não possa ser palpável. Não nego que há coisas que não podemos ver mas que realmente sabemos que está lá, assim como existem reações a níveis atômicos que não vemos mas sabemos que está lá e podemos calculá-las, e existem coisas que sabemos que está lá mas que elas realmente podem nos confundir se colocando até em momentos de não existência, mas desistir de entender fisicamente qualquer ação natural desafiadora e complexa para simplesmente admitir a necessidade de uma explicação relacionada a algo fantasioso, é apenas fugir da responsabilidade de estudar e aprender algo novo, quanto mais estudarmos mais complexos serão nossas técnicas e conhecimento e melhor vai ser o nosso potencial para superar novas dificuldades, e se mesmo assim não atribuirmos essa capacidade que o universo tem de ser imprevisível a um potencial universal de infinitas possibilidades dentro da sua própria realidade física, somente iremos assumir a nossa infantilidade de encarar a realidade do mundo e assumir a nossa incapacidade de entender o que a realidade realmente é, somente iremos por fim regredir e assumir caixinhas de remédios como sendo carros. Não vemos o vento, porém sentimos o vento, o que nos faz pensar e chegar a conclusão que o vento está lá? Não sou somente eu que percebo o vento, outras pessoas percebem o vento, mesmo assim não explicamos a existência do vento pelos nossos sentimentos, exploramos os efeitos do vento na natureza em uma escala aonde ele possa surtir efeitos livre da criatividade humana, e possa ser observado em diferentes objetos ou corpos e diversas vezes, vemos o vento balançar arvores, derrubar casas, alastras chamas em incêndios florestais, somente com esse tipo de visão estendida podemos assumir uma posição para podermos então corroborar a existência do vento. Somente através da observação estendida podemos definir os fenômenos invisíveis ao olho humano como sendo eventos possíveis dentro da realidade observável. Como podemos definir a existência de deuses ou figuras folclóricas? Assim como uma única pessoa não pode ser usada para dizer que o vento existe, mas sabemos que o vento existe porque ele se manifesta em arvores e em todos os outros corpos de qualquer ambiente observável. Figuras folclóricas também não podem se tornar verídicas somente porque uma experiencia pessoal a denominou como sendo verídica, nem a experiencia coletiva que somente pode ser observada ou sentida porque a mesma aceitou os efeitos psicológicos, como primeira explicação para tudo em um mundo, ou porque foi a primeira alternativa que lhe foi apresentada em infância e ela aceitou tal como sendo para toda a vida. Aos que aceitaram a visão primaria dos seus pais para usar como uma resposta primaria para qualquer coisa na sua vida, irá confundir todas as suas observações com o que ela gosta, escolhendo sempre o mais viável e não o empírico

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O nascimento de um novo tempo –Preludio para Necessidade de deus Parte 1 Vestindo um homem invisível


Preludio para
Necessidade de deus
Parte 1
Vestindo um homem invisível

    Nossa condição infantil é o que nos torna adultos um dia, perguntas e mais perguntas são feitas por crianças desde o porquê da chuva até o porquê dos cachorros não falarem como gente. Nessa condição somos guiados por nossos pais a obter resposta para uma série de questões, as vezes alguns de nos voltávamos para casa chateados porquê alguém disse algo ou fez algo que foi avessa ao nosso ideal de criação, também existem momentos de conscientização quando as nossas atitudes infantis são criticadas pelos educadores, a ponto de mudar o pensamento e a atitude de um ser que passa vinte e quatro horas filosofando e criando conceito do mundo, me lembro de que na infância brincava com caixas de remédio simulando que essas caixas eram robôs e em alguns momentos carros e em outros momentos esses mesmos carros também eram edifícios, na nossa experiência de vida notamos o imenso potencial que possuímos para relacionar um vasto universo de possibilidades e as coisas do jeito são com caixas de diversos formatos geométricos, hoje a grande maioria de nos somente vemos caixas, quando foi que começamos a assumir que caixas eram caixas e não carros casas ou robôs? Será que hoje aos meus vinte e cinco anos de idade, se um conhecido meu ou qualquer outro indivíduo da mesma idade ou mais me encontrar sentado no chão brincando com caixas iria sentar e brincar também? O que viria a se passar na cabeça de uma pessoa normal se visse um bando de homens adultos fazendo algo tão estúpido para qualquer pessoa que possa ser considerada adulta e normal em sua sanidade mental? Aprendemos desde cedo que crianças são crianças e como tal elas podem manifestar seu entendimento sobre o mundo através das brincadeiras, aprendemos também que qualquer manifestação de realidade através de simulação infantil e visões pobres em seriedade que venha ser feito por qualquer pessoa considerada adulta não pode ser tolerada, e essa pessoa deve sofrer de loucura.
    Em uma pintura abstrata, alguns podem não ver formas e talvez somente podem conseguir ver pinceladas de tinta em cores diversas que foram borrando aleatoriamente aquela tela, com o objetivo de criar algo sem forma e sem entendimento somente para fazer o observador pensar algo. Porem outros veem carros, cidades, pessoas, animais, uma serie de coisas possíveis, será que mesmo após termos desacreditado que na infância podíamos ver homens invisíveis e até falar com homens invisíveis, seria tolerado por nos qualquer adulto que apresentasse essa ideia infantil ao mundo? “_Mãe, esse é meu amigo, somente eu o vejo”, ”_Que bom meu filho, vai brincar e deixe os adultos na sala conversar coisas sérias”, em qual dessas duas posições você se encontra? Deixe-me alterar um pouco a minha proposta, “_Professor esse aqui é deus, ele explica todas as leis da física, não precisamos gastar nossas vidas com essas teorias que depois nos mesmos invalidamos”, ”_Ora sente-se, deixe estudos sérios para pessoas sérias, estudos que resultam na saúde, no conhecimento, no conforto da humanidade”. Em qual dessas posição você se identificou agora? Na colocação do aluno com seu amigo imaginário, esse amigo somente é tido por ele como palpável porque o aluno acredita nele, e para poder apresentar seu amigo que ninguém mais exceto ele pode ver o vestiu, somente podemos ver pessoas invisíveis se essas pessoas estiverem vestidas, esse amigo imaginário então foi vestido da cabeça aos pés com uma roupa tramada na necessidade de explicações por parte do aluno, e uma preguiça para procurar uma melhor explicação para qualquer coisa em seu mundo. De um certo ponto o aluno realmente encontrou a melhor explicação para as coisas em seu mundo, porém somente em seu mundo e em lugar nenhum mais. O professor por sua parte, visou um universo palpável e abrangente, aonde suas criticas não estivessem limitadas ao seu sentimento de necessidade de consolo ou de explicações para fenômenos que somente tem complicações dentro de seu universo mental. Assim como uma criança continua brincando com suas caixas, limitado a um mundo imaginário que não vê não houve, moldando as caixas em sua cabeça como se fossem feitas de massinha de modelar, o aluno modela seu deus como uma explicação para qualquer um dos problemas que o mesmo encontre, o professor já se tocou da dura realidade de que as suas caixas não são modeláveis para o entendimento do mundo real, e o professor aceita a caixa mas agora somente como uma caixa pálida com uma tarja amarela ou vermelha(tarja preta era rara) que somente é tridimensional e serve para abrigar algo. Por quê o professor escolheu ver a caixa como sendo simplesmente a caixa? Por quê o mesmo não continuou modelando as caixas de remédio? Como ele começou a enxergar o mundo, se ele simplesmente não acredita que caixas não são mais toleradas como casas, carros e robôs? Por quê o aluno continua modelando o seu deus como sendo a melhor explicação das coisas de um mundo que agora não se limita mais as caixinhas de remédio do professor? Como seria um relatório científico desse aluno, que podemos considerar como um modelador de explicações, “_deus é tão bom para explicar tudo, quanto caixinhas de remédio são boas simuladoras de casinhas, prédios, carros e robôs”.
    A figuração de um universo de coisas pode ser considerado o centro nervoso humano para o entendimento do mundo, se fecharmos os olhos poderemos descrever os eventos a nossa volta somente as ouvindo, o chacoalhar de uma chapa de raio x pode ser entendido como um raio, em liguagem de sinais as varias posições assumidas em uma mão pode estar gritando “LEIA ANTES”, assim como quando falamos algo logo vemos o mesmo se formando em forma de imagens dentro de nossas cabeças. Ao ouvirmos vozes reconhecemos pessoas, essa capacidade de relacionar as coisas da realidade física com as realidades mentais é resultado de gerações e gerações em evolução, ocupar uma posição pode ser confundido com um objetivo de posição, “_Se estou aqui é porque eu deveria estar aqui”, estou aqui e pronto e apenas dessa maneira podemos saber o que somos, “_Conhece-te a ti próprio” essa frase está gravada na entrada do templo de Delfos Conhecemos a nos mesmos? Conhecer-se e admitir é o primeiro passo para poder continuar lendo esse texto, conheço-me a mim mesmo e assumo o meu potencial criativo e a minha capacidade de confundir o mundo que vejo com as minhas próprias visões e desejos a ponto de vestir um homem invisível para que eu mesmo não a me sentir solitário em minhas crenças, e você, você consegue reconhecer seu potencial em confundir o mundo com seus próprios delírios assim como eu confundo com o meus?
    Imagine um quadro branco. Não há nada nesse quadro branco. Esse quadro branco é o que chamaremos de realidade física. A única coisa que vai tingir esse quadro branco é a nossa criatividade, porem não a sua nem a minha alem de você e eu tem ele, você  não o vê, ele está nesse quadro branco, esse quadro de um branco tão perfeito que por mais que possamos tentar encontrar, não encontraremos nada, nenhuma falha, ela continua lá tão branca quanto o mais branco de toda aquarela conhecida, não existe nenhuma molécula de poeira para tingir aquele quadro, porém ele está nesse quadro, o outro, aquele que além de eu e você leitor está nos observando encrostado nesse quadro branco tudo o que fazemos e comentamos, claro não há nada que não seja físico nesse quadro, sendo assim sem atribuir nada que o destaque nesse quadro que aparentemente e que certamente está vazio, ele apenas estará lá como qualquer coisa que nossa mente em momento de uma fraqueza qualquer e ascendente nos leve a acreditar que ele possa estar lá, agora você irá vesti-lo, vesti-lo com as coisas que você mesmo não consegue se explicar. Estou lhe oferecendo um aparato de inversão de conhecimento que nos fazem procurar razão das coisas que sabemos já termos as respostas, porém sendo a resposta que não queremos aceitar, duvidas essas atribuíveis aquele ser invisível, assim como qualquer coisa pode ser atribuído a outra para simples noção de referencia, agora o homem invisível pode ser visto não por mim mas por você, você o desenhou, manchando aquele quadro branco com sua mente rabiscando o que você vê sem precisar de nenhum lápis nem pincel e muito menos tinta, agora aquele homem(ele) pode tornar-se visível, em sua mente você vê ele mas mesmo assim continua sufocando o que a sua razão fala sobre a sua visão, a sua razão grita “_ESSE QUADRO ESTÁ BRANCO”, sua criatividade vai aos poucos tingindo o que a sua razão realmente está descrevendo, agora ele tem vida, ele se vale da necessidade de explicação para a vida ao invés da morte, coragem ao invés do medo, bem ao invés do mal, amor ao invés do ódio, calor ao invés do frio, luz ao invés do escuro. Nesse quadro branco que ainda está branco existe um homem, ele está lá para que você atribua a ele toda a sua falta de resposta e o seu escesso de confiança nas respostas que você recebeu dele, as mesmas respostas que você já não possui mais razão para questionar, ele está lá você me dirá de agora em diante. Ele não está lá, o quadro está ainda tão branco quanto foi ele um dia, como posso pedir para que você abra os olhos? Ele não está lá, busque as explicações e verá que as roupas que vestem esse homem invisível irá desaparecer, e você verá esse branco de novo.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

O nascimento de um novo tempo – Fim ao Status quo sectarista Divino - Humanidade, Levante-se que já é hora

Preludio para Lucidez
O fim do Status Quo sectarista Divino
Humanidade, Levante-se que já é hora


Porquanto todos sabemos que o que hoje denominamos braços e pernas foi um durante muito tempo pernas, até que alguém se terá lembrado de dizer aos homens levantem-se que já é hora...
A historia dos homens é a historia dos seus desentendimentos com deus....
José saramago: Caim


Quão violento deve ter sido o golpe que regrediu toda a mentalidade humana a ponto do próprio sentido de vida ter perdido seu sentido. Aceitar tal chicote de volta aos nossos lombos seria um ato de total regressão a um quadrupedalismo cego, porém como um quadrupede muitos se ainda mantem, atrelados a conceitos tribais e separatistas com orgulho alimentando-se de feno(Falacias Estupidas que Ninguém Observa), com orgulho e achando-se puxadores de uma verdade absoluta, assim como qualquer outro animal de tração não sentem o peso da carroça que puxam por estarem embriagados em suas visões e um mundo de infinita criatividade, o peso de sua carroça não pode ser observado porque os mesmo estão limitados a olhar para trás e para os lados(os caminhos do senhor são mesmo estreitos), como estando a usar uma vizeira de cavalo os denominados Homos Quadrupedes Cegus, estão sempre com fome de mais um pouco desse feno(Falacias Estupidas que Ninguém Observa).Pobres animais que tem sua visão do mundo real limitado pelas laterais das suas viseiras que são projetadas em suas verdades absolutamente inquestionáveis deleitosa em sua própria moral absoluta.
Em suas verdades inquestionavelmente absolutas puxam vagarosamente uma carroça sobre um sol intenso no meio de um deserto aonde a única água que se encontra é aquela que escorre de suas testas, pois seu senhor não possui pena de seus animais a ponto de fazer os mesmo puxarem duna após duna sua carroça pesada e cheia de uma cultura hostil. Estão eles negando a si mesmos que estão a puxar uma carroça, pois estando em suas limitações em olhar para traz e para os lados devidamente obrigados a olhar somente para dentro de si e falar aos seus próprios eus suas dores e aflições, seguidas de um contentamento que os faz suportar os cascos que já a muito se encontram sobre sangue e osso, felizes por estarem alimentando-se cada vez mais desse maravilhoso feno feito com a palha seca e espinhos de cactos que são o único verde fornecido por esse pobre deserto esquecido pelos homos erectus. A qualquer demais noção somente sobra uma pequena fresta pois o arreio é cumprido, quase míope o pobre animal somente tende a puxar sua carroça tendo suas vontades dominadas por um freio, freio este que é feito em dura mordaça denominada por sua hipócrita afetação de amor através da punição de pecados em longos banhos de sangue para a expiação dos mesmos como sendo a Palavra. Travados pela Palavra e seguidamente chicoteados por um duro coro daqueles que se atreveram em exortar o poder da Palavra por um guiador invisível, puxando eternamente um background de sádica vilanagem mascarada de amor cujo em único sentido somente é amante da discórdia e embriagues de sangue.
Pobre quadrupede com sua inquestionável obediência, arrastando a muito uma carroça montada em um chassi de uma apologia assassina e cruel, com um background cheio de corpos, ossadas, galões e galões de sangue misturado as lagrimas dos que um dia se atreveram a caminhar sobre as duas patas.
Rudson<rdmatheist@gmail.com>

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O nascimento de um novo tempo – A Falsa Premissa – Amor ao pecador, Ódio ao pecado


Preludio para Lucidez
A Falsa Premissa – Amor ao pecador, Ódio ao pecado

seu crime, minha senhora, não foi ter assassinado aquele homem, o seu grande crime foi não ter cegado quando todos eramos cegos
José Saramago : Ensaio sobre a lucidez

Aceitar qualquer verdade, é apenas aceitar. O fundamentalismo brota da semente do incontestável.
                   Rudson: rdmatheist@gmail.com

Parece fácil, “_Deus ama o pecador mas odeia o seu pecado”, “_Deus ama o homossexual mas odeia o seu homossexualismo”. Não somente parece difícil, é difícil, pode ser considerado como uma forma de preconceito disfarçado de amor, um amor ao inato pecador impondo ao mesmo um ideal puritanista de tamanha falta de respeito pela vida e vontade pessoal que chega a ser absurda e hipócrita em sua falsa premissa de amor incondicional, se o amor é incondicional então o pecador é inato em seu pecado, todo o amor ao qual seria empregado para todo pecador mesmo em pecado seria então incondicional independente das escolhas do mesmo. Como um ditado racista em que “_Um cão tem tanta culpa de ter nascido cão quanto um negro tem culpa de ter nascido negro”, os adeptos a moralidade divina repetem sempre a mesma falacia, “_Deus ama o pecador mas odeia o seu pecado”, está visível a aparente similaridade entre essas duas posições, o amor hipócrita de origem divina é uma proposta de separatismo étnico racista, por criar uma ideia de nação e de povo abençoado, como um alpinista estando sobre o topo do Everest, todas posições religiosas em seus preceitos moralistas, sentem-se em sua posição vivida como estando sobre o topo de toda uma moralidade absoluta, estando sobre eles o dever de propagar tal moralidade, em resumo, a soberba da absoluta moralidade é progenitor de uma proposta de moralidade racista tribal, que tem a capacidade de cegar os olhos dos adeptos em observar a diversidade universal cultural e por fim respeitar a mesma e perceber que a sua diferença em relação as outras não passa de mais uma, sendo assim qualquer verdade é uma verdade em sua própria premissa, todos os que aceitam sua verdade como verdade absoluta somente esta aceitando mais uma e negando todas as outras. Era muito fácil para a Igreja e seu clérigo aplicar tortura com frieza ao sofrimento alheio, pois para eles os mesmos se encontravam sobre o topo da absoluta moralidade, portanto os mesmos possuíam todos os direitos e deveres de aplicar e pregar a sua moral. Com suas fixações por preservar uma proposta de moralidade de origem tribal os adeptos fecham-se para um universo de possibilidades infinitas, colocando em si a ideia de estar acima de qualquer outro ser ou cultura, visto que a moralidade deles é absoluta somente a partir dos seus próprios preceitos, e simplesmente em uma verdade por verdades a deles deve prevalecer acima de todas as outras.
Não enxergo nada de verdade entre nenhum tipo de entidade deísta e não preciso me apegar ou associar-me a nenhuma delas, todas as entidades folclóricas apresentam suas provas de existência, em qualquer uma temos tanto verdade quanto qualquer verdades alheias, todas as verdades são somente verdades pois elas somente se reforçam em seus preceitos. Assim como preceito de moralidade deísta através de um relato moribundo e de interpretações literárias bíblicas, não tornam a moralidade deísta valida para podermos aplicar a nenhuma sociedade, pois seus preceitos são de dominância racista e tribal do mesmo tipo que tentamos hoje expurgar da nossa sociedade, a moralidade deísta em interpretações passadas aprovaram o assassinato de judeus favorecendo o proselitismo cristão, a mesma interpretação deísta bíblica moribunda foi desculpa para escravizar negros e índios favorecendo senhores feudais, a partir da hipócrita moralidade eclesiástica a partir de suas interpretações literárias, corrupto clérigo Católico é o responsável por tamanha chacina em nome dessa absoluta moralidade, mesmo que os mesmo estivessem fora dos próprios conceitos morais, a mente entorpecida ainda assim se submeteu e deu continuidade a essa falsa premissa.
Com uma falsa premissa de amor a todos os seres viventes e também uma falsa visão moralista, é aplicado sobre uma população de diferente ideologia, a proposta de uma nova moralidade que deve ser aceita independente do método em que se observa sua perpetuação pois a verdade é a verdade e nada mais, portanto a moralidade é aplicada por amor a uma ideologia oposta através preceitos infundamentados, se não for aceita pela ideologia oposta a tendencia é uma forte e violenta aplicação dessa moralidade,”_Você tem o direito de ser gay, mas se você for gay eu quero ter o direito não te contratar... Eu quero ter o direito de demitir meu funcionário se ele for gay.... Myrian Rios:Deputada do PDT”, posição vergonhosa de origem bíblica assumida pela deputada, que busca com sua fé(Absurdo moralista) derrubar as leis que protegem os direitos daqueles que possuem uma instrução sexual diferente, exibindo suas palavras de amor e perdão aos homossexuais mas querendo retroagir o tão suado ensanguentado e por fim conquistado Direitos Humanos, direitos quais a mesma está a usurpar, imagine se o cristianismo fosse minoria,”_Eu respeito os direitos dos cristãos, mas se você for cristão eu quero ter o direito de não contratá-lo ”,”_Eu quero o direito de demitir meu funcionário cristão”, não precisamente somente é aplicável aos como a fala descabida da deputada pode ser usada em qualquer raça etnia religião, aos negros, aos judeus, aos nordestinos, aos muçulmanos pois todos são terroristas, aos índios etc.. Essa falsa posição de reconhecimento dos direitos pode ser considerado como uma ofensa dentro de um universo com tamanhas possibilidades para diferenças ideológicas e étnicas, diferenças essas que podemos até assumir como sendo infinitas em suas possibilidades de resultados e propostas dentro de qualquer universo observável, aceitar qualquer verdade por ser ela verdade em uma proposta de verdade absoluta é assumir a própria capacidade imutável de ser intolerante com posições diferentes assumindo qualquer diferença como uma mentira.
O que identifica o homem bom senão a sua bondade? A bondade Gay exercida por Gays, a bondade Cristã exercida por cristãos, a bondade Muçulmana exercida por muçulmanos, a bondade budista, a bondade Hindu, a bondade Séptica. Bondade é apenas bondade, uma resposta altruísta de cada um ao se meio ambiente vivido, mesmo que por uma simples pessoa dentre um universo de pessoas aonde alguns tendem a fazer algo bom e outros tendem a fazer maldade. Uma bondade que pode vir de qualquer tipo de pessoa e essa por sua vez não deve ser negada mesmo que a religião ou a ideologia da mesma seja avessa a qualquer uma outra. Pessoas independentes da sua orientação filosófica(religiosa, sexual) ou etnia deve somente ser jugado pelas leis que consolidam a nação em qual as mesmas vivem, o estado por sua parte para poder preservar os direitos de todos, somente consegue faze lo estando esse livre de qualquer preceito religioso visto a grande diversidade ideológica, nenhuma dessas diversidades deve ser favorecida.
Para podermos manter uma visão livre de preconceitos não podemos atribuir conceito de moralidade social como sendo de origem de uma divindade, a partir dai seria então um ato de respeito com a capacidade que outras pessoas de religiões ideologias diversas tem de fazer o bem ou qualquer ato de bondade. Atribuir a responsabilidade de atos bondosos a entidades religiosas é apenas continuidade de um processo proselitista religioso separatista e racista, o mesmo que já se arrasta há muito tempo no meio humano e estamos tentando acabar, assim como era um ato imoral para qualquer Estado Cristão qualquer pessoa nascer em uma família de judeus na Europa do seculo passado pois a existência dos judeus eram ofensivos as praticas religiosas dominantes, preconceito pregado e mantido por entidades religiosas cristãs as mesmas que hoje tentam negar o direito dos homossexuais, pois a existência dos homossexuais é uma aversão as suas praticas religiosas. Dizer que a entidade x é a responsável pela bondade é o mesmo que dizer que a entidade y é falsa em sua premissa de amor ou até uma negação de existência de uma entidade e imposição de outra, saiba que o mesmo que é dito de X para Y, é também dito de Y para X, aceitar qualquer colocação é simplesmente aceitar e nada mais, existe logo então um empasse entre as entidades X e Y que encontra em seus adeptos os soldados perfeitos e de certa forma os terroristas perfeitos, e surpresa! Nenhuma quer perder o status de precursor da bondade. O que sobra é a capacidade de sobrevivência de cada uma delas, seus métodos de preservação de suas tradições tribais exibem com violência a necessidade de salvação dos adeptos e a conversão dos não-adeptos embasada um ideal de moralidade religiosa, a arma fundamental é o mistério de uma falsa salvação e condenação, e na proposta de moralidade para um ideal de felicidade social de idolatras desse alfabeto de entidades se encontra o preconceito com todas as formas diferentes de Pensamento,”_Deus tenha pena de você seu pecador” “_Somente através do filho se chega ao pai”.
Podemos falar em amor religioso, na história da sociedade humana temos muitos exemplos desse amor incondicional, na escola estudávamos sobre as torturas aplicadas aos hereges, a desculpa era o amor que era sentido por Deus para com os homens a tal ponto que era uma obrigação dos crentes zelar pela alma alheia, impondo punições para a purificação do herege até que esse assumisse participação com Satã e suas obras. Perante uma tortura será que a verdade arrancada do herege poderia ser valida? Eu ou você debruçado sobre uma panela com ratos vivos, uma chama logo abaixo, fazendo os ratos entrarem em panico, ao ponto de rasgar nossas entranhas, seria o sofrimento necessário para nos dar o perdão de Deus, nessa visão arcaica se passássemos por esse processo de purificação estaríamos dignos de entrar nos reinos dos céus, de certa forma forma sou grato aqueles que lutaram e os muitos que morreram para que esses atos moralmente aceitos fossem expurgados da nossa sociedade.
Não podemos negar os fatos acontecidos no passado que mantiveram esse monstro chamado Deus durar mas do que qualquer outra divindade humana, Zeus, Rá, Set, Apolo, Enk, Mitra e assim. Podemos considerar um ato imoral ser homossexual, ou ser negro, ou ser judeu, ou ser muçulmano e podemos instituir leis para reforçar a inexistência de tais atrocidades bíblicas em nosso meio, mas será que os mesmos que nos rodeiam e que tiveram as suas ideologias sufocadas a ponto de se converter ou desaparecer não estariam sendo hipócritas em seus pensamentos? Não estaria a deputada Miryan Rios dizendo que todos os gays e lésbicas devem se converter ou ser totais marginais em pais favoritista a uma ideologia bíblica, e o próximo passo? Não seria também a deputada Mariano Rios a favor de uma lei que protegesse seu direito a contratar negros em sua empresa, ou demitir qualquer funcionário de qualquer outro tipo de etnia ou ideologia avessa a sua ideologia cristã?